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Mostrando postagens de Junho, 2009

A Revolução Inglesa

Triunfo da burguesia e dos valores capitalistas sobre a sociedade
A crise do século XVII No século XVI, a Inglaterra havia se tornado uma grande potência econômica européia. O comércio marítimo com outras nações, as manufaturas de tecidos de lã e as colônias na América eram exemplos de sua prosperidade.
Mas, no século XVII, a situação mudou. A Europa atravessou um longo período de crise econômica, que afetou diversos países. Para que o Estado continuasse forte apesar da crise, os reis ingleses aumentaram os impostos de forma absurda. Com exceção dos nobres proprietários de grandes feudos e dos grandes comerciantes que recebiam privilégios do Estado, a maioria dos ingleses estava insatisfeita. Ninguém aceitava pagar tantos impostos ao governo.
No século XVII, o absolutismo dos reis da dinastia Stuart tornou-se tão opressor que acabou provocando a rebelião das classes sociais contrárias aos privilégios da aristocracia feudal. Os camponeses, por exemplo, odiavam pagar tributos feudais aos…

ABsolutismo

Como os reis europeus se tornaram absolutistas

Pode-se definir o absolutismo como um sistema político e administrativo que prevaleceu nos países da Europa, na época do Antigo Regime, nos séculos XVI ao XVIII.
No final da Idade Média(séculos XIV e XV), ocorreu uma forte centralização política nas mãos dos reis. A burguesia comercial ajudou muito neste processo, pois interessava a ela um governo forte e capaz de organizar a sociedade. Portanto, a burguesia forneceu apoio político e financeiro aos reis, que em troca, criaram um sistema administrativo eficiente, unificando moedas e impostos e melhorando a segurança dentro de seus reinos.

Os poderes dos reis absolutistas
Elizabeth I - Rainda da Inglaterra Nos séculos XV e XVI o rei concentrava praticamente todos os poderes. Criava leis sem autorização ou aprovação política da sociedade. Criava impostos, taxas e obrigações de acordo com seus interesses econômicos. Agia em assuntos religiosos, chegando, até mesmo, a controlar o clero em algumas r…

Padre Vieira recomenda paciência aos escravos

Imitação de Cristo
Não há trabalho nem gênero de vida no mundo mais parecido à cruz e à paixão de Cristo que o vosso trabalho em um destes engenhos. Bem-aventurados sereis vós se, compreendendo esta situação, souberem aproveitar e santificar o trabalho. Em um engenho sois imitadores de Cristo crucificado. Padeceis de um modo semelhante o mesmo que o senhor padeceu na cruz. Cristo sem comer, e vós famintos. Cristo maltratado, e vós maltratados em tudo. Os ferros, as prisões, os açoites, os insultos, de tudo isso se compõe a vossa imitação. Os senhores de escravos mandam, e vós servis. Eles dormem, e vós permaneceis acordados. Eles descansam, e vós trabalhais. Eles desfrutam de vosso trabalho, e vós recebeis um trabalho sobre outro. Se vós souberdes aproveitar essa condição de escravos inspirando-se no exemplo e paciência de Cristo, eu vos prometo, primeiramente, que esses trabalhos se tornarão doces e, depois, que serão recompensados com a glória da ressurreição e a salvação eterna.
Ativida…

Administração no Brasil Colonial

“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente".
Mário Quintana

A lógica do lucro
Ao realizar suas conquistas ultramarinas, Portugal tinha como principal objetivo garantir a produção de riqueza sem precisar investir dinheiro na colonização. Essa meta, porém, não foi atingida com os sistemas administrativos implantados no Brasil até meados do século XVI. Assim, diante do fracasso da maioria das capitanias hereditárias, o rei de Portugal decidiu centralizar a administração adotando o sistema de Governo-Geral, ainda que mantivesse as capitanias.
Capitania de Pernambuco retratada pelo pintor holandês Frans Post.
Oficialmente o novo sistema administrativo foi criado em 1548 por um documento denominado Regimento, no qual se reafirmava a autoridade e soberania da Coroa sobre os dispersos poderes dos donatários.
Pelo Regimento, caberia ao governador-geral combater ou fazer alianças com os indígenas, enfrentar e reprimir os piratas, fundar vilas, povoações e feiras, construir navio…

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A ignorância é a maior multinacional do mundo. Paulo Francis